sexta-feira, 22 de abril de 2011

ESTAR LIGADO À IGREJA É ESTAR LIGADO A CRISTO

O Senhor nos deu um espírito de fortaleza, de coragem, de entusiasmo, para que anunciemos a todo Seu povo a Boa Nova: “Eis o vosso Deus”. Mais do que nunca, Ele está operando no meio de nós; está realizando Suas obras, está conosco e nós precisamos mostrar quem é o verdadeiro Senhor.
Já estamos vivendo os tempos falados pelo Evangelho, o tempo do surgimento de muitos falsos profetas. Eles estão apontando outros “cristos” descaradamente. Todos os tipos de filosofia e religião estão prometendo a chegada de outros “messias”.
Nós, que temos Jesus como Salvador, precisamos nos agarrar a Ele; dedicar-Lhe nossa vida; lutar por Jesus; amá-Lo. É preciso que nos unamos, mas não em “grupinhos” separados. Hoje, mais do que nunca, precisamos estar juntos em uma única Igreja, a Igreja de Jesus. O Pai uniu de tal forma a Igreja e Seu Filho, que eles são um só, um único Corpo. Em consequência, não dá para ser de Cristo sem ser de Sua Igreja, e vice-versa.
A Igreja é vida e se faz em sucessão; não é democracia, não é feita pelo povo. Ela vem do alto, do céu e se realiza no povo de Deus.
O rebanho do Pai precisa de um pastor e Jesus não poderia estar visivelmente presente entre o povo para sempre. Por essa razão, Ele deu a Pedro e a seus sucessores Sua própria autoridade. E depois da Ressurreição disse ao mesmo Pedro, que O havia negado três vezes: “Tu me amas, Pedro? Apascenta os minhas ovelhas [...]”. Pedro era fraco, mas Jesus o escolheu como pedra fundamental de Sua Igreja – Igreja una, ungida pelo Senhor, na qual não há divisões.
Nossa geração sofrerá uma perseguição muito grande, e isso significa que, não estando ligado à Igreja, à única Igreja de Cristo, você também irá traí-Lo. Os próprios apóstolos encontraram dificuldades em seu caminho, mas não romperam com Jesus; pelo contrário, firmaram-se muito mais em Cristo e na Igreja.
Hoje encontramos muita dificuldade, muita incompreensão; nem todos estão preparados para aceitar as coisas novas que Deus está fazendo. Mas você despreza seu pai e sua mãe por eles, às vezes, demonstrarem uma mentalidade antiquada, por não compreenderem os dias de hoje? É claro que não. Você os respeita, apesar disso. Assim também é na Igreja. Nossos padres, nossos bispos são fruto de uma época, de uma mentalidade, e, às vezes, não entendem as novas ideias. Temos de ser fiéis ao Senhor e respeitar os nossos padres, bispos, entre outros.
Precisamos aprender a unir as riquezas do novo e do antigo. Com o tempo, eles vão se adaptando aos nossos dias e, orando por nós, incentivando-nos, trazendo-nos o perdão dos pecados, colocando-nos nos caminhos da fidelidade ao Senhor, a vontade de Deus acontecerá, em uma Igreja renovada de Cristo.
Deus quer fazer uma Igreja renovada, na qual o que não é certo, o que não é do Senhor, seja modificado. Como numa plástica facial em que se transforma um nariz torto, por exemplo, o Senhor quer mudar o que não está bom. Não quer cortar fora o “nariz” em hipótese alguma. Há muita gente fazendo “narizes” e “orelhas” à parte, mas isso não salvará ninguém. É preciso estar ligado a Jesus e à Sua Igreja, como os membros se ligam a um corpo, como os ramos se prendem a uma videira.

(Trecho do livro Caminho para a santidade de Monsenhor Jonas Abib)

COMO VENCER A VIOLÊNCIA EM TODAS AS DIMENSÕES

Quando Deus é retirado de cena, o homem ocupa o lugar d’Ele
A Igreja ensina as razões profundas da violência; acima de tudo está num coração sem Deus, sem amor ao irmão, que não é visto como “imagem e semelhança de Deus”. E quando Deus é retirado de cena, o homem ocupa o lugar d’Ele e a dignidade humana já não é mais respeitada. O “não” dito a Deus acaba se transformando em um “não” dito ao homem, por isso vemos hoje a pior de todas as violências, o aborto e a eutanásia, o sacrifício da vida humana; além dos assaltos, sequestros, roubos, corrupções de toda ordem, pedofilia, estupros, incestos, violência nos lares contra as crianças, etc.
Não basta encher as nossas ruas de policiais armados e bem equipados para acabar com a violência – embora isso seja necessário para lhe dar combate imediato –, é preciso mais. É preciso a “educação para a paz”. Essa educação exige que se ensine às crianças e aos jovens, nos lares e nas escolas, a dignidade de todo e qualquer ser humano. A moral cristã tem como base essa dignidade. Tudo aquilo que a Igreja condena como imoral é porque fere a dignidade da pessoa. A base da violência está na falta da vivência moral e na relativização do que seja o bem; o mal tem gerado muitas formas de violência.
Um fator de importância máxima na questão da violência é a família, pois ela é a “escola de todas as virtudes”, e é nela que a criança deve aprender com os pais e os irmãos a respeitar e a ser respeitada. Mas como vai a família? Infelizmente mal; a imoralidade tem destruído a família e seus valores cristãos. Muitas estão destruídas e muitos filhos sem a presença imprescindível dos pais para educá-las. Milhares de adolescentes e jovens ficam grávidas sem ao menos terem um lar para receber seus filhos. Como disse o saudoso Papa João Paulo II, no Brasil há milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que futuro terão essas crianças? Muitas delas acabarão na rua e no mundo do crime e da violência. Sabemos que quase a totalidade dos nossos presos são jovens.
E por que tantos jovens acabam no mundo do crime? Porque lhes faltam um pai e uma mãe que lhes ensinem o caminho da honradez, da virtude, da escola e do trabalho. O trabalho é a sentinela da virtude.
Hoje quase não faltam escolas para as crianças, nem mesmo catequese nas paróquias, mas faltam os pais que as conduzam à escola e à igreja. Portanto, sem a reestruturação da família, segundo o coração de Deus, na qual não existam o divórcio, a traição, o incesto, as brigas, o vício, o estupro, a pedofilia, etc., não se poderá acabar com a violência na sociedade.
Sem Jesus, sem o Evangelho, sem a vivência moral ensinada pela Igreja de Cristo, não haverá paz verdadeira e duradoura. Sem isso será inócuo lutar pela paz. Diz o salmista que “se não é Deus quem guarda a cidade, em vão vigiam os seus sentinelas” (Sl 126, 1).

Prof. Felipe Aquino

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Após pressão, vereadores de Sorocaba revogam salário Sessão durou duas horas até aprovação


Pedro Guerra

Agência BOM DIA

Os vereadores de Sorocaba revogaram, na manhã desta terça-feira (4/01), o projeto  que aumentava o salário dos colegas que assumissem a partir de 2013 para R$ 15 mil. Ao contrário da sessão do dia 20 de dezembro, que aprovou o aumento e durou apenas 13 minutos, a desta terça-feira levou duas horas.

A polêmica aconteceu em razão do projeto de lei do vereador Caldini Crespo (DEM) que pretendia que a partir de 2013 os parlamentares não tivessem salário.

Mas a proposta foi considerada inconstitucional, à revelia de Crespo. "Eu não concordo com os argumentos da Comissão de Justiça”, declarou. O vereador Anselmo Neto (PP), presidente da Comissão, afirmou que o parecer foi baseado na Constituição Federal.

Houve também horas de discussão entre a plateia que acompanhava a sessão e os vereadores. "Para aprovar foi rápido. Para revogar o aumento esta demora", gritavam em coro as pessoas que assistiam a votação. "Vamos votar logo", disseram os mais exaltados.

Para o presidente da Câmara Marinho Marte (PPS), houve um desgaste da Câmara com esse episódio. "Mas vamos passar por cima", disse ele.

Os manifestantes também carregavam cartazes. Em um deles, estava escrito: "E ai? Ficaram com medo de perder a reeleição?"

Sobre outro projeto polêmico, que aumentou o número de assessores para os vereadores, o presidente da Câmara afirma que não tem volta. "Isso é fato consumado", garantiu Marinho Marte. 



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O POVO NÃO SABE O PODER QUE TEM, 
E COM AJUDA DA MIDIA ENTÃO.
MAS CAROS AMIGOS , VAMOS LEMBRAR DESSE EPISÓDIO NO DIA DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS.